quinta-feira, 28 de julho de 2016

ODE AO OLHAR
































Manuel Mar. ”Poesia”

ODE AO OLHAR

O olhar é a maior faculdade
Que Deus deu ao ser humano
Que possui o poder soberano
De ver bem toda a realidade!

É a visão que nos impressiona
Ao vermos as belezas naturais
E a sentir os desgostos mortais
Bem como o que nos apaixona!

Quase tudo depende da visão
Sem ela vivíamos a escuridão
Pois seríamos todos ceguinhos.

A visão é o maior de sentidos
De cinco muito bem queridos
São muito nossos amiguinhos!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 28/07/2016

Foto: Net

ODE AO OLHAR
































Manuel Mar. ”Poesia”

ODE AO OLHAR

O olhar é a maior faculdade
Que Deus deu ao ser humano
Que possui o poder soberano
De ver bem toda a realidade!

É a visão que nos impressiona
Ao vermos as belezas naturais
E a sentir os desgostos mortais
Bem como o que nos apaixona!

Quase tudo depende da visão
Sem ela vivíamos a escuridão
Pois seríamos todos ceguinhos.

A visão é o maior de sentidos
De cinco muito bem queridos
São muito nossos amiguinhos!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 28/07/2016

Foto: Net

SE A POESIA MORRER
























Manuel Mar. ”Poesia”

SE A POESIA MORRER…

Se a poesia morrer qualquer dia
Ela terá a sorte de toda a gente
Porque será que ela é diferente
Sem nunca ter sua final agonia.

Ela só irá morrer se tudo acabar
Porque nada no mundo é eterno
Os maus seguirão para o inferno
Os bons, ao céu irão todos parar.

Mas se a poesia ficar condenada
Depois de no tribunal ser julgada
Descerá ao inferno o seu destino.

Só a poesia com sorte de bendita
Terá o bom na sua prova escrita
Subirá ao céu do bom peregrino.

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 28/07/2016

Foto: Net

SE A POESIA MORRER
























Manuel Mar. ”Poesia”

SE A POESIA MORRER…

Se a poesia morrer qualquer dia
Ela terá a sorte de toda a gente
Porque será que ela é diferente
Sem nunca ter sua final agonia.

Ela só irá morrer se tudo acabar
Porque nada no mundo é eterno
Os maus seguirão para o inferno
Os bons, ao céu irão todos parar.

Mas se a poesia ficar condenada
Depois de no tribunal ser julgada
Descerá ao inferno o seu destino.

Só a poesia com sorte de bendita
Terá o bom na sua prova escrita
Subirá ao céu do bom peregrino.

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 28/07/2016

Foto: Net

quarta-feira, 27 de julho de 2016

PASSOS DE AMOR







































Manuel Mar. ”Poesia”

PASSOS DE AMOR

Fomos os dois a pé à Cova da Iria
A Fátima Visitar a Nossa Senhora
Fomos lá a caminhar estrada fora
Fazendo parte de grande romaria.

Conversamos com prazer e alegria
Porque entre nós havia a amizade
Mas eu gostava dela e de verdade
Eu era novo e namorar não queria.

E combinámos voltar a pé sozinhos
Eu conhecia bem aqueles caminhos
Queria falar com ela, sós à vontade.

Mas outra moça a caminhar nos viu
Foi atrás de nós e lá connosco seguiu
Perdi aquela grande oportunidade.

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 27/07/2016

Foto: Net

PASSOS DE AMOR







































Manuel Mar. ”Poesia”

PASSOS DE AMOR

Fomos os dois a pé à Cova da Iria
A Fátima Visitar a Nossa Senhora
Fomos lá a caminhar estrada fora
Fazendo parte de grande romaria.

Conversamos com prazer e alegria
Porque entre nós havia a amizade
Mas eu gostava dela e de verdade
Eu era novo e namorar não queria.

E combinámos voltar a pé sozinhos
Eu conhecia bem aqueles caminhos
Queria falar com ela, sós à vontade.

Mas outra moça a caminhar nos viu
Foi atrás de nós e lá connosco seguiu
Perdi aquela grande oportunidade.

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 27/07/2016

Foto: Net

AMOR SONHADO

























Manuel Mar. ”Poesia”

AMOR SONHADO

Sonhei com o teu corpo desnudado
E acariciava-te com a minha mão
Vibrei de amor sentindo a paixão
Julgando-me deitada ao teu lado.

Soltei-me e cobri-te só com beijos
Mas com propósito de te acordar
Porque eu queria contigo brincar
Para matar tão grandes desejos.

Afinal fui eu que depois acordei
E estava tão só que até lá chorei
Dizendo mal do sonho de ilusão.

Provoquei-te de tanta maneira
Mas fiquei sem essa brincadeira
Com que sonhei e sem intenção.

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 27/07/2016

Foto: Net

AMOR SONHADO

























Manuel Mar. ”Poesia”

AMOR SONHADO

Sonhei com o teu corpo desnudado
E acariciava-te com a minha mão
Vibrei de amor sentindo a paixão
Julgando-me deitada ao teu lado.

Soltei-me e cobri-te só com beijos
Mas com propósito de te acordar
Porque eu queria contigo brincar
Para matar tão grandes desejos.

Afinal fui eu que depois acordei
E estava tão só que até lá chorei
Dizendo mal do sonho de ilusão.

Provoquei-te de tanta maneira
Mas fiquei sem essa brincadeira
Com que sonhei e sem intenção.

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 27/07/2016

Foto: Net

A ESSÊNCIA DO BEM




























Manuel Mar. ”Poesia”

A ESSÊNCIA DO BEM

A essência do bem sente-se no silêncio
Quando a alma, em plena consciência
Procura resolver situações de carência
Que a livrem de viver com esse suplício.

Essa essência que nos fortalece a alma
Dando-nos a energia que vence o mal
Semelhante a uma força sobrenatural
Que faz renascer o amor e mais calma.

Assim, enfrentaremos com calma o dia
Procurando viver com a maior alegria
Esquecendo receios e as preocupações!

Fazendo bem encontramos felicidade
Fechando bem as portas da maldade
Encontramos na vida as boas soluções!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 27/07/2016

Foto: Net

A ESSÊNCIA DO BEM




























Manuel Mar. ”Poesia”

A ESSÊNCIA DO BEM

A essência do bem sente-se no silêncio
Quando a alma, em plena consciência
Procura resolver situações de carência
Que a livrem de viver com esse suplício.

Essa essência que nos fortalece a alma
Dando-nos a energia que vence o mal
Semelhante a uma força sobrenatural
Que faz renascer o amor e mais calma.

Assim, enfrentaremos com calma o dia
Procurando viver com a maior alegria
Esquecendo receios e as preocupações!

Fazendo bem encontramos felicidade
Fechando bem as portas da maldade
Encontramos na vida as boas soluções!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 27/07/2016

Foto: Net

segunda-feira, 25 de julho de 2016

DIA DO ESCRITOR























Manuel Mar. ”Poesia”

O DIA DO ESCRITOR

No dia do escritor consagrado
Quer em rima, quer em prosa
É natural, escrever uma glosa
Que o torne autor doutorado!

Aqui lhe mando muita estima
E sem lhe fazer nenhum favor
Sinto que merece tanto louvor
À sua tão valiosa obra-prima!

Quer seja poeta ou um escritor
Que trata a sua arte com amor
Merece também condecoração!

Mas isso são coisas de doutores
Lá nas altas esferas moradores
Que zelam a glória da Nação!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 25/07/2016

Foto: Net

DIA DO ESCRITOR























Manuel Mar. ”Poesia”

O DIA DO ESCRITOR

No dia do escritor consagrado
Quer em rima, quer em prosa
É natural, escrever uma glosa
Que o torne autor doutorado!

Aqui lhe mando muita estima
E sem lhe fazer nenhum favor
Sinto que merece tanto louvor
À sua tão valiosa obra-prima!

Quer seja poeta ou um escritor
Que trata a sua arte com amor
Merece também condecoração!

Mas isso são coisas de doutores
Lá nas altas esferas moradores
Que zelam a glória da Nação!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 25/07/2016

Foto: Net

DEVAGAR SE VAI LONGE








































Manuel Mar. “Poesia”

DEVAGAR SE VAI LONGE

Faço o meu caminho devagar
Que já está velho, meu motor
Quem tem pressa pode andar
Todos me podem ultrapassar
Eu não sou nenhum corredor!

Não corro e não tenho pressa
Não tenho ninguém à espera
E quem corre sempre tropeça
Espero que tal, não aconteça
Porque esta vida já é austera!

O cansaço perturba a mente
E não deixa ninguém pensar
Por isso só ando calmamente
Não me interessa ir à frente
Vou sem parar mas devagar!

Quem corre chega já fatigado
Por só querer chegar à frente
Eu caminho muito descansado
Sem pressa, vou a todo o lado
Como faz toda a velha gente!

Anda depressa quem precisa
De resolver os seus problemas
O velho já só devagar desliza
Sabe que a calma que utiliza
O defende de muitos dilemas!

Manuel Mar.
®
Torre Novas, 05/07/2016
Foto: Net

DEVAGAR SE VAI LONGE








































Manuel Mar. “Poesia”

DEVAGAR SE VAI LONGE

Faço o meu caminho devagar
Que já está velho, meu motor
Quem tem pressa pode andar
Todos me podem ultrapassar
Eu não sou nenhum corredor!

Não corro e não tenho pressa
Não tenho ninguém à espera
E quem corre sempre tropeça
Espero que tal, não aconteça
Porque esta vida já é austera!

O cansaço perturba a mente
E não deixa ninguém pensar
Por isso só ando calmamente
Não me interessa ir à frente
Vou sem parar mas devagar!

Quem corre chega já fatigado
Por só querer chegar à frente
Eu caminho muito descansado
Sem pressa, vou a todo o lado
Como faz toda a velha gente!

Anda depressa quem precisa
De resolver os seus problemas
O velho já só devagar desliza
Sabe que a calma que utiliza
O defende de muitos dilemas!

Manuel Mar.
®
Torre Novas, 05/07/2016
Foto: Net

O TEU SORRISO









































Manuel Mar. ”Poesia”

O TEU SORRISO

O teu sorriso dá vida à minha alma
Porque faz feliz a minha existência
Mas fico deprimido na tua ausência
Perco a alegria, fico logo sem calma!

Sinto-me dependente do teu sorriso
Que sem ele bate mal meu coração
É ele que me desencadeia a paixão
Só contigo a minha vida é o paraíso!

Para mim a tua ausência é inferno
Por me faltar o teu beijo tão terno
Que é o alimento da minha paixão!

E quando não tenho os teus beijos
Para satisfazer esses meus desejos
Já sinto a padecer o meu coração!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 25/07/2016

Foto: Net

O TEU SORRISO









































Manuel Mar. ”Poesia”

O TEU SORRISO

O teu sorriso dá vida à minha alma
Porque faz feliz a minha existência
Mas fico deprimido na tua ausência
Perco a alegria, fico logo sem calma!

Sinto-me dependente do teu sorriso
Que sem ele bate mal meu coração
É ele que me desencadeia a paixão
Só contigo a minha vida é o paraíso!

Para mim a tua ausência é inferno
Por me faltar o teu beijo tão terno
Que é o alimento da minha paixão!

E quando não tenho os teus beijos
Para satisfazer esses meus desejos
Já sinto a padecer o meu coração!

Manuel Mar.
®
Torres Novas, 25/07/2016

Foto: Net

domingo, 24 de julho de 2016

A POLÍTICA























Cândido Rosa “Poesia”

A POLÍTICA

A presunção de falar sem nada dizer
Vê-se a toda hora nos meios políticos
E quando eles falam com seus críticos
A sua retórica é difícil de se perceber!

Usando a retórica mais maquiavèlica
Falam muito, mas de concreto é nada
Empregam a cantilena bem estudada
Até já parecem uma seita evangélica!

Há quem diga que decoram a cassete
E falam como uma "madame coquette"
Mas sempre a dizer o mesmo e repetir!

No fundo servem para tudo empatar
E só querem ver o seu tempo a passar
Alguns só passam por lá para dormir!

Cândido Rosa
® Direitos reservados
25/07/2012
Foto: Net

O DESESPERO NA VIDA































Manuel Mar. ”Poesia”

O DESESPERO NA VIDA

Hoje o ser humano sofre demais
Perante dificuldades e dilemas
Vive preso mesmo sem algemas
O que origina desesperos fatais.

A falta de emprego e de saúde
Causam o desespero às pessoas
As condições hoje não são boas
A vida corre mal e muito ilude!

Grassam problemas tão sérios
Causados por falta de critérios
Dos Governos da pobre Nação!

Falam demais e fazem pouco
Ainda vai aparecer um louco
A fazer uma outra revolução!

Manuel Mar.
Torres Novas, 24/07/2016

Foto: Net

O DESESPERO NA VIDA































Manuel Mar. ”Poesia”

O DESESPERO NA VIDA

Hoje o ser humano sofre demais
Perante dificuldades e dilemas
Vive preso mesmo sem algemas
O que origina desesperos fatais.

A falta de emprego e de saúde
Causam o desespero às pessoas
As condições hoje não são boas
A vida corre mal e muito ilude!

Grassam problemas tão sérios
Causados por falta de critérios
Dos Governos da pobre Nação!

Falam demais e fazem pouco
Ainda vai aparecer um louco
A fazer uma outra revolução!

Manuel Mar.
Torres Novas, 24/07/2016

Foto: Net